“Primeiro está a miúda e depois estamos nós”

“O divórcio custou-lhe muito. “É sempre complicado”, diz José. Com filhos, pior ainda. “É uma dor enorme.” A menina tinha cinco anos. Ficou a morar com a mãe. Fizeram um acordo típico – fins-de-semana alternados, férias repartidas, natais repartidos, passagens de ano repartidas. Aos 13 anos, deixou de querer ver o pai.”

https://www.publico.pt/sociedade/noticia/primeiro-esta-a-miuda-e-depois-estamos-nos-1701044

Autor; Ana Cristina Pereira Jornal Público

Transmissão psíquica transgeracional e construção de subjetividade: relato de uma psicoterapia psicanalítica vincular1

“O presente artigo tem como objetivo refletir acerca do processo de transmissão psíquica entre gerações, especificamente de uma modalidade – a transmissão psíquica transgeracional – e sua influência na construção das subjetividades individuais e dos vínculos familiares, enfatizando-se aqui o vínculo mãe-filha como gerador de sintomas na criança e conflitos no âmbito familiar, através de um relato clínico de uma psicoterapia psicanalítica vincular.”

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-65642009000100006

Autor; Isabel Cristina Gomes; Sandra Aparecida S. Zanett

 

 

A importância da figura paterna para o desenvolvimento infantil

“O papel do pai na Sociedade tem se transformado, sobretudo, nas últimas décadas. De fato, a “condição” de Pai evoluiu e continua em franco processo de evolução, devido às transformações culturais, sociais e familiares, passando pela fase em que os filhos eram propriedades do pai (com as mães quase sem direitos), e pela fase em que o pai era apenas o suporte financeiro da família.”

http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862011000100007

Autor; Edyleine Bellini Peroni Benczik

MÃE DEMAIS, PAI DE MENOS: UMA LEITURA PSICANALÍTICA DO FILME INSTINTO MATERNO.

“Este artigo apresenta uma leitura do filme “Instinto Materno”, tomado como ilustração das consequências de relações familiares em que o enfraquecimento da função paterna e a persistência de uma superproteção relacionada com a “função materna” atravessam o processo de amadurecimento das crianças e jovens, criando condições que dificultam ou impedem a construção de uma estrutura de valores e da autonomia necessária para fazer escolhas saudáveis nos diferentes momentos da vida. O conceito de “mãe suficientemente boa”, desenvolvido por Winnicott ao longo de sua obra (1975), em diálogo com o conceito freudiano de narcisismo, é tomado como fio condutor deste percurso”

http://pepsic.bvsalud.org/pdf/trivium/v6n2/v6n2a09.pdf

Autores; Maria Inês Garcia de Freitas Bittencourt1

e Junia de Vilhena

«A Hiperactividade na Criança: Doença ou Mal-de-Viver?»

“A psicologia da criança deve valorizar a criança como um todo, procurando entender o psíquico à luz do somático e o somático à luz do psíquico, compreender a criança-em-si-pró- pria à luz da criança-na-sua-família, das vinculações estabelecidas, e do «socius» de onde emergiram.”

http://actapediatrica.spp.pt/article/view/5843/4605

Autor ; Emílio Salgueiro